A inflação homóloga fixou-se nos 2,3%, registando o terceiro mês consecutivo de desaceleração, segundo estimativas preliminares. A descida foi influenciada sobretudo pela redução dos preços da energia e dos combustíveis.
No entanto, o cabaz alimentar continua a subir acima da média, com variações anuais próximas dos 4%. Produtos como carne, peixe fresco e lacticínios mantêm aumentos significativos face ao período homólogo.
Desde 2022, os preços acumulados dos bens alimentares subiram mais de 20%, o que explica a persistência da perceção de perda de poder de compra entre as famílias.
Analistas admitem que a estabilização dependerá da evolução dos preços internacionais das matérias-primas e da política monetária do Banco Central Europeu